Sonhos que alimentam esperança

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Ação especial será realizada nesta sexta-feira e neste sábado

O gostinho de tomar um café gostoso acompanhado de um sonho para lá de especial poderá ser desfrutado nesta sexta-feira e neste sábado em Criciúma. Isso porque a Casa Guido promoverá uma ação de venda de sonhos, tradicionais e recheados com doce de leite, com a intenção de arrecadar fundos para os serviços oferecidos para aproximadamente 100 crianças e adolescentes com câncer e suas famílias. Além de garantir um item gostoso para saborear com a chegada do final de semana, aqueles que levarem para casa os sonhos estarão ajudando uma nobre causa, já conhecida em toda a região.

A venda do quitute será realizada ao lado da Casa Guido, na sexta-feira das 9h às 19h, e, no sábado, das 8h às 12h, com o valor por unidade de R$ 2. Conforme a coordenadora da Casa Guido, Rosane Búrigo Gonçalves, quem for até a Casa e garantir o seu sonho quentinho não irá se arrepender.

“Temos feito inúmeros trabalhos de divulgação e ações para arrecadação de recursos para podermos manter de pé nossa instituição em nome das crianças que tanto precisam. Esse sonho certamente terá um gostinho de muito amor e gratidão para a comunidade que sempre nos apoia”, salientou.

Nestes dias em especial o caso de uma das crianças atendidas estará no pensamento daqueles que trabalharão na ação. “É um dos nossos meninos que está precisando de forma urgente de uma cirurgia que não será viabilizada pelo sistema público e estaremos pagando com os recursos da Casa. A renda obtida com a venda dos sonhos, diante dessa situação, será um grande auxílio para conseguirmos bancar essa despesa”, completou.

O pedido, de acordo Rosane, é que aqueles que entendem a causa da Casa mobilizem amigos e colegas para um lanche especial nos dias de ação. “Quem sabe aqueles que trabalham juntos podem se mobilizar e virem fazer uma compra para o cafezinho coletivo ou mesmo combinar entre os vizinhos para fazer uma compra juntos. Fica aí uma dica muito gostosa. Assim fica até mais fácil fazer o bem, não é”, acrescenta a coordenadora.